3 de maio de 2008

Manuscritos

Doce,
No teu olhar reflito todo o meu amor.
Batimentos que sinto, que te transmito, que só por ti quero sentir e por mais ninguém quero ouvir.
Falo, grito, esperneio, exprimo-me através do que encontro mas nada sustenta isto. Desesperada, procuro a cura mas...
Hesito e penso para mim mesma: -Não quero a cura, quero amar-te eternamente!